Angélica: “Tive medo” explica silêncio antes de declarar voto em Lula no segundo turno
Angélica diz que teve medo da hostilidade nas redes antes de declarar voto em Lula. Veja como direitos e o futuro dos filhos entraram na decisão.

Se você acompanhava o silêncio de Angélica sobre a eleição, a apresentadora explicou o motivo: teve medo da hostilidade nas redes sociais. Ao declarar voto em Lula no segundo turno, ela afirmou que decidiu se manifestar apesar desse receio.
Segundo o Notícias da TV, o pronunciamento foi publicado nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026. A escolha foi acompanhada de uma ressalva: a comunicadora disse não se identificar com o PT nem se definir como de esquerda ou de direita.
O apoio tem um antecedente: em setembro de 2022, Angélica já havia anunciado voto em Lula, conforme registro da Folha de S.Paulo. Para quem acompanha a apresentadora, isso ajuda a distinguir o histórico de suas escolhas da explicação sobre o silêncio nesta disputa.
Angélica relaciona silêncio ao medo de ataques
“Pensei muito antes de falar, tive medo”, afirmou. Ela associou a hesitação ao ambiente das redes, onde, segundo seu relato, a hostilidade pode desestimular manifestações públicas.
Angélica apresentou o medo como motivo para adiar o pronunciamento. Mas disse que não queria deixar a angústia impedir a defesa daquilo em que acredita.
O que a levou a falar mesmo assim? A apresentadora explicou que precisava tornar conhecidos os valores que orientaram sua escolha. Seu relato descreve esse conflito pessoal, sem identificar uma ameaça específica ou apontar alguém como responsável por seu silêncio.
Direitos e maternidade aparecem entre os motivos do voto
Angélica citou respeito, diálogo e cuidado com as pessoas como critérios para escolher um governante. Também mencionou os direitos das mulheres, das crianças e da população LGBTQIA+.
Ao falar sobre maternidade, relacionou a decisão ao país em que seus filhos viverão e à maneira como as pessoas serão tratadas no futuro.
Na justificativa apresentada, votar em Lula não equivale a se declarar petista. A comunicadora afirmou defender a alternância de poder, mas explicou que, nesta escolha, considerou a preservação de direitos e o combate à discriminação.
Ela também reconheceu que parte de seu público pensa de outra maneira. O pronunciamento comunica uma decisão pessoal; não permite concluir que seus seguidores compartilhem dela ou tenham mudado de voto.
Quadro de serviço: onde acompanhar a declaração
- Quem se manifestou: Angélica, apresentadora e comunicadora.
- Quando: 21 de outubro de 2026.
- Onde acompanhar: o pronunciamento foi publicado no Instagram da apresentadora.
- Qual foi a escolha: voto em Lula no segundo turno.
- Motivos apresentados: respeito, preservação de direitos, combate à discriminação e preocupação com o futuro dos filhos.
A explicação central está na sequência que ela própria descreveu: primeiro, o receio de se expor; depois, a decisão de falar apesar dele. O silêncio anterior, segundo Angélica, não significava ausência de convicções. Ao anunciar seu voto, ela tornou públicos os critérios que disse ter usado para chegar à escolha.
Fonte: Notícias da TV



