Senadores eleitos 2026: cada estado elege dois, e o mandato dura oito anos
Senadores eleitos 2026: cada estado elege dois, o mandato dura oito anos e um suplente pode assumir a vaga. Entenda a regra e a apuração em SC.

Senadores eleitos em 2026 ficam oito anos no cargo, e cada estado elege dois. A eleição renova dois terços do Senado, ou seja, 54 das 81 cadeiras. O terço restante volta às urnas em 2030.
Senadores eleitos 2026: quem ganha as duas vagas
O eleitor escolhe dois nomes para senador, porque são duas vagas em disputa. A regra é a maioria simples, e isso quer dizer que ninguém precisa chegar à metade dos votos. Os dois mais votados do estado levam as vagas.
Em 2022, a renovação foi menor, de um terço, com uma vaga por unidade da federação. Em 2026, o número de vagas por estado dobra.
- Quantas vagas: duas por estado.
- Quem ganha: os dois candidatos mais votados, por maioria simples.
- Suplentes: cada senador eleito tem dois suplentes, que entram se o titular deixar o cargo.
- Mandato: oito anos, a partir de 1º de fevereiro de 2027.
- Onde conferir: o resultado oficial fica no site do TSE.
O que muda para você com a eleição de senadores
Quem assume se o senador eleito deixar o cargo? O suplente. O suplente pode ocupar a cadeira, e o eleitor não vota nele na urna. A urna mostra só o nome do candidato ao Senado, mas os suplentes ficam registrados junto com o titular.
Para o estado, isso muda a leitura do voto. A disputa por essa vaga volta em 2034, quando termina o mandato de oito anos.
Santa Catarina já tem nomes eleitos na apuração
Em Santa Catarina, o Estadão informou que, com 93,84% das urnas apuradas, Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) apareciam como eleitos. A Agência Brasil e o Senado Notícias também noticiaram a eleição dos dois.
A porcentagem de urnas apuradas só cresce conforme a contagem avança. Por isso, o número que vale é a totalização oficial do TSE, e não o percentual de um momento da apuração.
O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027 e vai até janeiro de 2035. Quem vota agora escolhe nomes que seguem no Senado por oito anos. Nesse meio tempo, o suplente pode assumir a vaga sem nova eleição.



