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Economia

Nokia vê vendas de infraestrutura de rede subirem 17% com IA e data centers

Nokia vê vendas de infraestrutura de rede subirem 17% com demanda de inteligência artificial e data centers. Entenda.

Maria Heloisa Barbosa Borges
Edição: Bruno Teles
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Nokia vê vendas de infraestrutura de rede subirem 17% com IA e data centers
Imagem: Divulgação/Valor.

A Nokia teve mais um trimestre de crescimento puxado pela demanda de inteligência artificial e de data centers. Segundo o Valor, a empresa informou que as vendas do terceiro trimestre na sua divisão de infraestrutura de rede subiram 17% na comparação anual.

O que aconteceu

A divisão de infraestrutura de rede é a parte da Nokia que fornece as tecnologias que sustentam as redes usadas por clientes de inteligência artificial e de data centers. Por isso, o resultado mostra onde a demanda está se concentrando agora.

Segundo a reportagem, o crescimento veio de clientes ligados à inteligência artificial, enquanto a empresa finlandesa aproveita um portfólio de produtos mais amplo para fornecer a infraestrutura necessária para essa expansão.

Por que isso importa

Data centers precisam de rede de alta capacidade para funcionar. Quando as empresas investem em infraestrutura para inteligência artificial, quem vende equipamentos e tecnologias de conexão tende a sentir o efeito primeiro.

Para o leitor, o ponto central é este: o avanço da inteligência artificial não acontece só em aplicativos e chatbots. Ele depende de uma estrutura física de redes, cabos, equipamentos e centros de processamento que está sendo ampliada no mundo inteiro.

O que muda para você

Na prática, o movimento influencia três coisas no seu dia a dia:

  • Serviços digitais: a expansão de data centers costuma acompanhar mais capacidade para serviços em nuvem e aplicativos.
  • Mercado de tecnologia: empresas que fornecem redes para esse setor entram em uma fase de demanda forte, o que costuma ser o foco de quem acompanha o setor.

O que ainda não se sabe

A reportagem do Valor destaca o crescimento da divisão, mas não detalha, nesse trecho, o impacto direto no preço dos serviços para o consumidor final. Esse é um dado que depende de decisões de cada operadora e de cada cliente.

Fonte: Valor

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