Pular para o conteúdo

Essa Tal de Adolescência: Poliana Abritta faz ressonância na estreia, no Fantástico

Fantástico estreia hoje, às 20h30, a série Essa Tal de Adolescência, em 3 episódios. Poliana Abritta faz uma ressonância e compara o cérebro com o de uma jovem de 18.

Por Redação TV de Perto · Edição: Bruno Teles

Poliana Abritta, de camisa branca e jeans, sorri e segura uma peça de arte com o desenho de um adolescente, num jardim
Foto: Fabio Rocha/Globo (divulgação). Fonte original

O Fantástico estreia hoje (11), às 20h30, na TV Globo, a série Essa Tal de Adolescência, com Poliana Abritta. São três episódios sobre as mudanças da fase, e o primeiro põe a apresentadora dentro de um aparelho de ressonância magnética.

Segundo a Globo, a equipe compara as imagens do cérebro de Poliana com as de Giovana, de 18 anos. O exame mostra diferenças na força das conexões entre regiões cerebrais da adulta e da adolescente.

Que horas começa

O Fantástico vai ao ar às 20h30, logo depois do Domingão com Huck. A série é um dos quadros da edição de hoje, que também tem a entrevista de Tábata Poline com Simaria e o segundo episódio da reportagem especial de Sônia Bridi sobre o combate ao ebola na República Democrática do Congo. Fecham a noite os últimos episódios das séries Entre Dois Mundos e Código da Vida.

A Globo não informou, nos textos de divulgação conferidos hoje, em que dias vão ao ar o segundo e o terceiro episódios de Essa Tal de Adolescência. A matéria de 9 de outubro, que listava o que faltava saber, continua no ar.

O exame que abre a série

Na estreia, Poliana participa de uma experiência para entender como o amadurecimento do cérebro ajuda a explicar a impulsividade, a intensidade das emoções e a vontade de pertencer a um grupo. Ela faz a ressonância, e a produção coloca lado a lado as imagens dela e as de Giovana.

A neurocientista Fernanda Freire Tovar-Moll explica que as regiões ligadas às emoções e ao sistema de recompensa já funcionam com força na adolescência. O córtex pré-frontal, associado à razão e à tomada de decisões, ainda está amadurecendo. Segundo ela, estudos indicam que o cérebro chega a um estágio mais robusto por volta dos 25 aos 27 anos.

Para quem tem filho em casa, a tradução é direta: o adolescente sente tudo no volume máximo, e a parte do cérebro que freia ainda está em obra.

Um pai, uma filha de 14 anos

A série mostra também a relação entre o ator Douglas Silva e a filha, Maria Flor Silva, de 14 anos, e o desafio de equilibrar proteção e liberdade. Maria Flor diz, na reportagem: "Quando eu penso em adolescência, eu penso em transformação. É um período bem delicado para mim. Tudo fica mais difícil, a gente fica mais explosivo. Até chamam de 'aborrecente', como se a gente fosse irritado o tempo inteiro, mas não é só isso."

Os especialistas ouvidos

O pediatra Daniel Becker observa que as mudanças físicas, mentais e de comportamento podem começar aos 9 ou 10 anos, e destaca o peso do contexto social na construção da independência. A educadora parental Claudia Alaminos defende dar autonomia aos poucos, conforme a reação de cada adolescente às responsabilidades, e diz que os pais também precisam rever atitudes e ajustar o jeito de ouvir.

A proposta declarada da série, segundo a Globo, é aproximar gerações e incentivar o diálogo entre pais e filhos, com especialistas e famílias nos três episódios.

Onde assistir

A estreia passa na TV Globo, no Fantástico, a partir das 20h30. Quem quiser entender a ordem das emissoras e o que cada uma exibe aos domingos pode consultar o guia das emissoras de TV aberta do Brasil. Para saber se o conteúdo serve para crianças e adolescentes que assistem junto, vale ver como funcionam as faixas de classificação indicativa.

Fontes

Mais sobre

Para continuar no assunto