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Doença de Newcastle em Santa Catarina: alerta em criação de perus e o que muda por 60 dias

A doença de Newcastle em Santa Catarina atingiu criação de perus em Nova Itaberaba. Veja as medidas, os 4 municípios e o prazo de 60 dias.

Doença de Newcastle em Santa Catarina: alerta em criação de perus e o que muda por 60 dias
Imagem: Arte: TV de Perto.

A doença de Newcastle em Santa Catarina chegou a uma criação comercial de perus de corte, no município de Nova Itaberaba. O foco foi confirmado no domingo (18), segundo a Agência Brasil, com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Veja abaixo o que já foi feito. E o que muda para quem mora na região.

Ela afeta aves domésticas e silvestres. A causa é o vírus paramixovírus aviário do sorotipo 1, o APMV-1, e a classificação segue critérios da Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa).

Doença de Newcastle em Santa Catarina: o que foi confirmado

No mesmo dia, o Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina interditou o estabelecimento. Ficou suspensa a movimentação de aves. As medidas de controle, contenção e erradicação foram executadas.

O Mapa informou depois que o despovoamento sanitário do estabelecimento já foi concluído. A limpeza e a desinfecção das instalações seguem os protocolos sanitários aplicáveis.

Quem identificou a ocorrência foi o serviço veterinário oficial do estado, numa investigação epidemiológica. A confirmação veio de uma análise no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo.

Cena ilustrativa: Peru de criação em galpão de Santa Catarina, em close, sem texto sobreposto e sem logo, no trecho “Quadro de serviço: onde vale a emergência e por quanto tempo” Arte: TV de Perto. Fonte

Quadro de serviço: onde vale a emergência e por quanto tempo

O que muda na prática para quem vive ou trabalha perto de criações de aves? Veja no quadro:

  • Onde: Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim, em Santa Catarina.
  • Por quanto tempo: 60 dias de estado de emergência zoossanitária, declarado por portaria.
  • Trânsito: controle da movimentação de animais e de outros materiais que seguem as regras sanitárias.
  • Propriedades: vigilância e monitoramento das propriedades dentro da área de restrição sanitária.
  • Quem atua: Mapa, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), prefeitura, Polícia Civil e Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária.

A portaria cita só esses quatro municípios. A fonte não detalha medidas para cidades fora da lista. Se você mora em outra região, confira os comunicados oficiais.

Por que o foco chegou a parceiros comerciais

O Mapa notificou o caso à Omsa e avisou os parceiros comerciais bilaterais sobre o foco. E passou informações técnicas iniciais sobre o evento e as medidas adotadas.

A ação integrada com o serviço veterinário catarinense quer impedir a disseminação da doença. Segundo o Mapa, a meta é preservar a condição sanitária da avicultura brasileira.

Ainda não está claro se há outros focos. A fonte não traz esse dado.

Quem vive nos quatro municípios sente a mudança primeiro no trânsito de animais e materiais. A regra vale pelos 60 dias da emergência. A fonte não diz o que vem depois.

Fonte: Agência Brasil Saúde

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