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Jorge Ben Jor chora ao homenagear o público e é ovacionado em show de mais de duas horas para 51 mil pessoas em São Paulo

Jorge Ben Jor chora durante Alcohol e recebe ovação em São Paulo. Show reuniu 51 mil pessoas, segundo assessoria, e durou mais de duas horas.

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Jorge Ben Jor chora ao homenagear o público e é ovacionado em show de mais de duas horas para 51 mil pessoas em São Paulo
Imagem: Divulgação/g1. Fonte original

Jorge Ben Jor chora ao homenagear o público e é ovacionado em show de mais de duas horas para 51 mil pessoas em São Paulo Reprodução / globo

Jorge Ben Jor se emocionou ao dedicar uma passagem de Alcohol à plateia durante o show de sábado, 17 de outubro, no Nubank Parque, em São Paulo. O cantor começou a chorar e recebeu uma ovação do público, em uma apresentação que ultrapassou duas horas.

Segundo a cobertura do g1 Pop & Arte, publicada nesta segunda-feira (19), o momento aconteceu quando o artista direcionou aos espectadores a declaração de carinho presente na música. O evento reuniu 51 mil pessoas, de acordo com a assessoria, e teve participações de Samuel Rosa, Baby do Brasil, Rael e Edi Rock.

Emoção aparece em uma noite conduzida pela música

Ben Jor manteve as intervenções faladas breves e concentrou a apresentação no repertório. Por isso, a reação durante Alcohol ganhou destaque: em meio à sequência de canções, o cantor demonstrou sua emoção diante do estádio.

A resposta veio em forma de aplausos e ovação. A cena marcou uma noite que, embora não tivesse sido anunciada como despedida ou comemoração de uma data específica, assumiu o caráter de homenagem à trajetória do músico.

O espetáculo recebeu o nome de Alquimia Popular Brasileira. A proposta reuniu sucessos conhecidos, convidados e uma estrutura visual maior para acomodar a apresentação em estádio.

Sucessos sustentam apresentação de mais de duas horas

O repertório passou por músicas como Magnólia, Ive Brussel, Menina Mulher da Pele Preta, O Telefone Tocou Novamente, Oba Lá Vem Ela e País Tropical.

A cobertura descreve uma apresentação com poucas pausas, na qual Ben Jor emendou canções e manteve a banda atenta às suas mudanças de condução. O ritmo do show ajudou a sustentar a participação da plateia ao longo de mais de duas horas.

Entre as inclusões destacadas esteve Errare Humanum Est, de A Tábua de Esmeralda. A presença da faixa aproximou parte do repertório da expectativa despertada pelo nome do espetáculo, mas a noite não foi uma execução integral daquele álbum.

Convidados se encontram em Taj Mahal

Taj Mahal reuniu no palco Samuel Rosa, Baby do Brasil, Rael, Edi Rock e outros participantes. O encontro ampliou a celebração em torno de Ben Jor, colocando diferentes trajetórias musicais a serviço de uma de suas composições mais conhecidas.

A produção também deu destaque à dimensão visual. Dois telões cúbicos nas laterais e uma tela circular atrás da banda compuseram o cenário, oferecendo ao público do estádio uma apresentação diferente em escala, mesmo com um repertório próximo ao habitual do cantor.

O que tornou esse show diferente

O contraste com as apresentações anteriores em São Paulo ajuda a dimensionar a noite. Nos dois anos precedentes, Ben Jor havia se apresentado no Espaço Unimed; desta vez, o encontro ocorreu em um estádio, com público informado de 51 mil pessoas.

A mudança principal, portanto, esteve na escala da celebração. O repertório preservou boa parte das escolhas familiares aos fãs, enquanto o cenário, os convidados e a quantidade de espectadores deram outra dimensão ao espetáculo.

Há também uma ligação histórica no título escolhido. A Tábua de Esmeralda, lançado em 1974, completou 52 anos em 2026. A inclusão de Errare Humanum Est permitiu que uma canção desse disco participasse da festa sem transformar o evento em uma homenagem exclusiva ao álbum.

Foi nesse encontro entre repertório conhecido e uma plateia de estádio que a emoção de Ben Jor apareceu. Uma pequena mudança na maneira de cantar para o público acabou se tornando um dos momentos centrais da apresentação.

Fonte: g1 Pop & Arte

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