Surfista que virou pastor evangélico depois de clínicas de reabilitação morre aos 61 anos
A morte de Dadá Figueiredo aos 61 anos: quem foi o ícone do surfe brasileiro, sua trajetória e o que se sabe até agora.

A morte de Dadá Figueiredo chegou neste sábado (24), aos 61 anos. O surfista carioca estava internado com pneumonia, segundo o ge, e não resistiu. A notícia foi publicada pelo Alô Alô Bahia às 22h20 do mesmo dia.
Ele foi um dos nomes mais marcantes do surfe brasileiro nos anos 1980. O estilo dele era diferente de tudo o que se via na praia. Manobras inspiradas no skate, batidas verticais e rasgadas. Essa forma de surfar ajudou a mudar o esporte no país.
Quem foi Dadá Figueiredo
Fora da água, ele também tinha uma vida ligada à música e à cultura alternativa. Foi baixista da banda punk Os Normais. Criou as marcas de surfe Anti-Fashion e Necrose Social, e se dedicou à fabricação de pranchas.
| Assunto | Surfista que virou pastor evangélico depois de clínicas de reabilitação morre aos 61 anos |
|---|---|
| Data | 24/10/2026 |
| Número citado 1 | 61 anos: A morte de Dadá Figueiredo chegou neste sábado (24), aos 61 anos. |
| Número citado 2 | 61 anos: - 24/10/2026: morre aos 61 anos. |
| Número citado 3 | 37 anos: Foram 37 anos entre o título cari |
| Fonte | ge |
Em 1993, os leitores de uma revista especializada o elegeram o melhor freesurfer do Brasil. Foi um reconhecimento que pesou na modalidade. Antes disso, em 1989, ele já tinha conquistado o título carioca de surfe e vencido o Sea Club Final Heat, em Saquarema, no Rio de Janeiro, segundo o Alô Alô Bahia.
Linha do tempo de uma carreira longa
- Anos 1980: ganha destaque no surfe brasileiro com um estilo inovador.
- 1989: vence o título carioca e o Sea Club Final Heat, em Saquarema.
- 1993: é eleito o melhor freesurfer do Brasil pelos leitores de uma revista especializada.
- Ao longo da vida: enfrenta a dependência química, volta ao esporte e passa a fabricar pranchas e dar aulas.
- 24/10/2026: morre aos 61 anos.
Foram 37 anos entre o título carioca de 1989 e a morte, em 2026. Nesse intervalo, ele passou por clínicas de reabilitação e, depois, tornou-se pastor evangélico.
Ele chegou a criar uma escolinha de surfe na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde dava aulas.
O que fica para quem acompanha o surfe
Dadá deixa três filhos. Entre eles está o surfista Dávio Figueiredo.
A história dele também virou documentário. Radical: A controversa saga de Dadá Figueiredo retrata a trajetória do surfista, com os altos e baixos que marcaram a vida dele.
Quem quiser entender o que ele representou para o surfe pode começar por esse filme. A irreverência de Dadá influenciou gerações de surfistas, dentro e fora das competições.
Fonte: ge



