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Danielle Winits vive psiquiatra em novela vertical e fala de violência

Danielle Winits vive a psiquiatra Regina na novelinha Eu Não Era Louca, Era Casada, do Globoplay, e diz ao gshow por que o tema do gaslighting é pessoal.

Por Redação TV de Perto · Edição: Bruno Teles

Danielle Winits sorri em retrato de estúdio, de blazer preto de risca de giz
Foto: Juliana Coutinho / gshow. Fonte original

Danielle Winits interpreta a psiquiatra Regina em Eu Não Era Louca, Era Casada, novelinha vertical do Globoplay que estreou na terça (6). Em entrevista ao gshow, ela disse que fala do tema como "mulher que já sofreu todos os tipos de violência".

A trama usa o gaslighting, forma de violência psicológica, como fio condutor. É o primeiro trabalho dela em novela desde Família é Tudo, de dois anos atrás.

Qual é o papel de Danielle Winits na novelinha

Ela é Regina, a psiquiatra da história. A novelinha acompanha Beatriz (Fernanda Rodrigues), galerista bem-sucedida que começa a duvidar da própria sanidade. Ela não sabe que está no centro de uma armação do marido, Vitor (Ricardo Pereira), com a ajuda da amante, Lúcia (Bárbara Reis).

O gshow descreve Danielle como uma das veteranas do elenco, ao lado do trio principal.

O que é gaslighting, o tema que move a trama

Gaslighting é uma violência psicológica em que alguém faz a vítima duvidar da própria memória e do próprio juízo. Na novelinha, Vitor monta situações misteriosas para que Beatriz acredite que está perdendo a razão, e o título da obra resume a virada: ela não era louca, era casada.

Por que o assunto é pessoal para ela

A atriz disse ao gshow que achou "fantástica" a abordagem do gaslighting entre as várias formas de violência contra a mulher: física, patrimonial, verbal. Para ela, o tema precisa estar na dramaturgia, "senão fica só nesse âmbito informativo e investigativo".

Depois veio a frase que deu título à entrevista: "Falando como mulher que já sofreu todos os tipos de violência que vocês possam elencar, eu acho que nada é mais necessário hoje em dia do que a gente colocar dentro de uma dramaturgia luzes a respeito de tudo o que acontece de fato."

Ela contou que busca se curar ao longo da vida e que, como atriz, é "um presente poder também me curar através do meu trabalho". O gshow não detalha situações vividas, e esta matéria também não.

O que ela achou do formato vertical

Danielle falou em emoção por reencontrar amigos "nesse novo projeto das novelas verticais" e lembrou que o trabalho é árduo. "A gente não pode ter medo de abraçar o novo", disse. Sobre a carreira, afirmou ser feliz e realizada num percurso "bonito e duro também".

O formato conversa com quem já assiste a tudo no celular. A atriz diz que seus fãs mais novos conhecem os filmes dela, mas não a viram em novela.

O que os filhos têm a ver com a estreia

Noah, de 19 anos, e Guy, de 15, fazem parte da geração que consome novelinhas. Segundo Danielle, eles "ficaram muito felizes", porque por muito tempo não a viram em novela: assistiram a Família é Tudo, mas eram pequenos. "É um público que se renova", resumiu.

Onde assistir

A novelinha está no Globoplay, desde 6 de outubro. Quem quer entender o elenco completo e a equipe por trás da trama encontra o resumo na matéria sobre a estreia. Para comparar com outra aposta do formato curto na plataforma, veja a novelinha turca A Princesinha e o Bad Boy.

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