Pular para o conteúdo

Murilo diz que não teme o chapéu de Alfredo em A Fazenda 18, após contestar uma escolha que envolve Cath e a égua Serena

Murilo confronta Alfredo em A Fazenda 18 após a escolha de Cath para cuidar de Serena. Discussão tem desafio sobre o chapéu e menção à Roça.

Por Redação TV de Perto · Edição: Bruno Teles

Murilo diz que não teme o chapéu de Alfredo em A Fazenda 18, após contestar uma escolha que envolve Cath e a égua Serena
Reprodução / r2. Fonte original

Murilo diz que não teme o chapéu de Alfredo em A Fazenda 18, após contestar uma escolha que envolve Cath e a égua Serena Reprodução / r2

Alfredo escolheu Cath para cuidar da égua Serena, e Murilo questionou a decisão durante a distribuição de tarefas em A Fazenda 18. O confronto incluiu provocações sobre a autoridade do Fazendeiro, menções à Roça e acusações entre os participantes, enquanto os cuidados com o animal continuavam na manhã de quinta-feira.

Murilo confrontou Alfredo depois que o Fazendeiro escolheu Cath para cuidar da égua Serena em A Fazenda 18. A discordância sobre a tarefa virou uma discussão sobre autoridade, capacidade para lidar com o animal e disposição para enfrentar o rival dentro do jogo.

Segundo o canal A Fazenda, que publicou o registro em 15 de outubro de 2026, a distribuição das atividades ocorreu na manhã daquela quinta-feira. Murilo afirmou que considerava o animal perigoso e desafiou Alfredo: “Agora você tem um embate. Você acha que eu tenho medo desse chapéu?”.

Murilo diz que não teme o chapéu de Alfredo em A Fazenda 18, após contestar uma escolha que envolve Cath e a égua Serena Reprodução/YouTube/A Fazenda

Escolha de Cath para cuidar de Serena abre o confronto

Alfredo havia definido as tarefas da semana quando Murilo contestou a escolha de Cath para os cuidados com Serena. A preocupação apresentada pelo peão envolvia o contato com a égua, enquanto a defesa da decisão passava pela capacidade da participante de cumprir o trabalho.

A discussão colocou duas avaliações em choque diante dos demais confinados. De um lado, apareceram alertas sobre os riscos que Murilo associava ao animal; de outro, a cobrança para que Cath não fosse tratada como incapaz antes de executar a atividade que recebeu.

Chapéu de Fazendeiro vira alvo das provocações

Alfredo recorreu à sua condição de Fazendeiro da semana para sustentar a distribuição das funções. Durante o bate-boca, o direito de organizar o trabalho foi defendido em meio a cobranças para que a decisão fosse cumprida pelos participantes.

Murilo respondeu questionando o peso do chapéu naquele confronto. A posição ocupada por Alfredo não o impediria de enfrentá-lo, conforme deixou claro ao desafiar o rival. A conversa, que começou com uma responsabilidade da rotina rural, passou a envolver a relação entre os dois no confinamento.

Murilo menciona a Roça ao desafiar Alfredo

Murilo levou a provocação até a possibilidade de ser colocado na Roça. Ao dizer que Alfredo poderia mandá-lo para a disputa, o participante associou o desentendimento sobre as tarefas a um confronto que também poderia ter consequências no jogo.

A menção funcionou como um desafio durante a discussão. Naquele momento, porém, os dois estavam debatendo uma atribuição de trabalho, e a fala não representava uma indicação já realizada. O que Murilo explicitou foi sua disposição de encarar Alfredo mesmo diante do poder que o rival exercia naquela semana.

Discussão inclui pedidos de distância e reclamações sobre proximidade

Os participantes também discutiram a distância entre eles durante o bate-boca. Foram ouvidos pedidos para que não houvesse contato, reclamações de que alguém estava pisando no pé de outro e cobranças para que o interlocutor se afastasse.

As falas se misturaram às provocações sobre quem estaria bravo ou disposto a continuar a briga. O registro reúne reclamações sobre a proximidade durante o confronto, mas não apresenta uma conclusão disciplinar relacionada a elas. A discussão verbal seguiu com desafios e respostas entre os envolvidos.

Murilo diz que não teme o chapéu de Alfredo em A Fazenda 18, após contestar uma escolha que envolve Cath e a égua Serena Reprodução/YouTube/A Fazenda

Troca de acusações recupera decisões anteriores do jogo

O conflito deixou de se limitar a Cath e Serena quando decisões anteriores passaram a ser usadas como argumento. O nome de Duda apareceu em cobranças sobre uma movimentação para salvá-la, acompanhadas de acusações sobre quem teria deixado uma responsabilidade para outra pessoa.

Os participantes recorreram a essas lembranças para questionar a postura dos adversários. As versões foram disputadas durante a conversa, com negativas e insistência de que os acontecimentos estariam registrados. Nenhuma dessas acusações foi apresentada como um entendimento comum entre os dois lados do bate-boca.

Cozinha também entra na disputa entre os participantes

O trabalho na cozinha virou outro alvo das provocações. A preparação de comida foi citada de forma depreciativa, como se a atuação de um participante no programa pudesse ser resumida a cozinhar, fazer arroz ou preparar carne para os demais.

As respostas também fizeram referência a quem havia consumido as refeições ao longo do confinamento. A troca acrescentou outro serviço cotidiano ao confronto: além de discordarem sobre os cuidados com Serena, os envolvidos passaram a usar o trabalho doméstico para atacar o espaço do rival dentro do jogo.

Xingamentos provocam pedidos de respeito aos animais

Os insultos incluíram comparações com cavalos e outras referências a animais. Em meio às ofensas, surgiram pedidos para que os bichos fossem respeitados, enquanto os participantes continuavam trocando provocações sobre coragem, alianças e disposição para enfrentar adversários.

A égua Serena permanecia ligada ao motivo inicial da discussão, mas as comparações já serviam a ataques pessoais. As intervenções sobre respeito aos animais ocorreram nesse contexto, entre falas sobre a distribuição das tarefas e cobranças a respeito da postura de cada um na convivência.

Baldes, ração e limpeza exigem atenção depois do bate-boca

A rotina de cuidados continuou apesar da discussão. Os participantes passaram a conferir orientações para lavar e enxaguar o bebedouro, além de colocar um balde embaixo para recolher a água suja. A alimentação do animal também entrou nessa organização.

A escolha do recipiente adequado gerou novas observações. Um balde que estava com ração foi questionado para outra finalidade, e houve orientação para buscar outro material. O trabalho exigia acompanhar as instruções de cada etapa, mesmo enquanto as provocações entre os confinados ainda atravessavam a conversa.

Murilo diz que não teme o chapéu de Alfredo em A Fazenda 18, após contestar uma escolha que envolve Cath e a égua Serena Reprodução/YouTube/A Fazenda

Ajuda a Cath mantém divergência sobre sua capacidade

Cath recebeu orientações sobre como levar a comida e preparar os materiais necessários para a atividade. A ajuda prática, contudo, não encerrou a discordância: voltou a aparecer a acusação de que ela estaria sendo subestimada por quem demonstrava preocupação com a tarefa.

O argumento contrário insistia que a cautela não significava negar a capacidade da participante. Essa diferença permaneceu durante a execução do serviço. A discussão envolvia tanto o que Cath conseguiria fazer quanto a forma de acompanhá-la no contato com Serena, sem que os participantes chegassem a uma avaliação compartilhada.

Entrada na baia gera alertas e pedidos de calma

A aproximação da égua foi acompanhada por instruções para abrir a porta, entrar pela lateral e colocar a ração. Durante esse processo, os participantes falaram com Serena, pediram calma e discutiram se seria necessário chamar outra pessoa para ajudar na entrada.

Também houve divergência sobre a possibilidade de o animal sair do espaço quando a passagem fosse aberta. Alguns alertavam para essa hipótese, enquanto outros diziam que ela não sairia. A sequência mostra a preocupação com a movimentação dentro da baia durante a tentativa de realizar o manejo.

Orelhas de Serena são citadas durante as orientações

Uma das orientações dadas no local relacionou as orelhas para trás a um possível incômodo da égua. A observação foi feita enquanto o grupo tentava organizar a entrada e a colocação da comida, em meio a pedidos para que os movimentos ocorressem com calma.

A fala integrou as instruções trocadas pelos próprios participantes naquele momento. O foco da atividade passou pela posição de cada pessoa, pela abertura da passagem e pelo local em que a ração deveria ser colocada. As dúvidas eram respondidas durante a execução, sem que a discordância inicial desaparecesse.

Possibilidade de pisão aparece como argumento de Murilo

Murilo voltou a insistir no tamanho de Serena ao explicar sua preocupação com Cath. O risco de a égua pisar no pé da participante e causar uma lesão foi mencionado como hipótese durante a discussão sobre a segurança da atividade.

A resposta sustentava que o animal poderia ser manejado com tranquilidade e que Cath tinha condições de entrar na baia. A possibilidade de um ferimento foi levantada no debate, sem relato de que ele tenha ocorrido naquela sequência. O ponto continuou separando a cautela defendida por um lado da confiança expressa pelo outro.

Oferta de ensinar o manejo acompanha novas críticas

A conversa incluiu uma oferta para ensinar Cath a lidar com Serena e a se posicionar perto do animal. A proposta veio acompanhada da defesa de que ela poderia aprender a realizar o trabalho e estar segura durante os cuidados, em vez de ser impedida de participar.

As orientações, porém, também carregavam críticas à insegurança atribuída a quem a acompanhava. O auxílio com a tarefa e a disputa entre os participantes continuaram misturados: cada intervenção prática podia ser seguida por uma nova cobrança sobre confiança, capacidade ou interferência no serviço que precisava ser feito.

Preparação dos materiais continua com o novo embate declarado

Os cuidados seguiram com explicações sobre os recipientes e a preparação do balde para ser levado ao outro lado. A limpeza também permaneceu na pauta, com instruções para usar a bucha e raspar o material durante a organização da atividade.

Murilo já havia declarado seu confronto com Alfredo, e o Fazendeiro havia sustentado a escolha de Cath para cuidar de Serena. A sequência terminou ainda ligada ao trabalho cotidiano: os participantes continuavam recebendo orientações e preparando os utensílios depois de uma manhã em que a delegação de tarefas virou motivo de disputa em A Fazenda 18.

Na sua opinião, como os participantes deveriam conciliar a divisão das tarefas com as preocupações sobre os cuidados com Serena? Deixe sua opinião nos comentários.

Assista ao vídeo

Assista ao registro completo no canal A Fazenda.

Fontes

Mais sobre

Para continuar no assunto