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Homem acorrentado em ato político no Rio leva ministério federal a pedir investigação

Ministério da Igualdade Racial pede investigação por racismo após cena de homem negro acorrentado em ato no Rio. Veja o que se sabe.

Bruno Teles
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Homem acorrentado em ato político no Rio leva ministério federal a pedir investigação
Imagem: Marcelo Jorge Vieira/Flickr (CC BY 2.0).

O Ministério da Igualdade Racial pediu uma investigação por crime de racismo sobre imagens de um homem negro acorrentado durante um ato no Rio de Janeiro. O pedido saiu no domingo (25/10), um dia depois de a cena viralizar nas redes sociais. Em nota oficial, a pasta classificou o caso como inaceitável. O comunicado está no site do Ministério da Igualdade Racial.

Linha do tempo do ato no Rio

  • Sábado (24/10): o ato batizado de "Bloco do 22" reuniu milhares de apoiadores na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, no encerramento da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
  • Sábado (24/10): a cena do homem acorrentado viraliza nas redes sociais.
  • Domingo (25/10): o Ministério da Igualdade Racial pede a investigação.
Resumo em dados
AssuntoMinistério pede investigação após cena de homem negro acorrentado em ato
Data25/10/2026
FonteMetrópoles
Fonte: dados oficiais citados por Metrópoles

O pedido de investigação por racismo

A pasta pediu que o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro investiguem o caso. Em nota, o ministério disse que a cena remete ao período da escravidão no Brasil.

Segundo a nota, cenas assim, "especialmente no contexto eleitoral", têm "um significado ainda mais profundo" sobre as marcas da escravidão. Para o órgão, é inaceitável que uma pessoa negra seja acorrentada e humilhada. Isso ainda mais por reproduzir uma dinâmica que a Organização das Nações Unidas reconhece como o maior crime já cometido contra a humanidade.

Quem recebe o pedido e o que falta

  • O pedido: investigação por crime de racismo.
  • Para quem: Ministério da Justiça e Segurança Pública e Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro.
  • O que falta: identificar o homem que aparece com roupas verde e amarelas.
  • Próximo passo: os órgãos decidem se abrem a apuração.

Por enquanto, o caso depende dos órgãos citados. Quem quiser acompanhar o andamento pode seguir os comunicados do Ministério da Igualdade Racial e da Procuradoria Regional Eleitoral no Rio.

Fonte: Metrópoles

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