Jorginho ensina seu famoso pulinho no The Noite, mas revela que um goleiro estudou a cobrança e encontrou um jeito de surpreendê-lo pela Itália
Jorginho explica o pênalti com pulinho no The Noite, conta como a técnica surgiu no Napoli e relembra a defesa de Sommer contra a Itália.
Por Redação TV de Perto · Edição: Bruno Teles

Reprodução / r2
Jorginho explicou no The Noite como criou sua cobrança de pênalti com pulinho durante uma brincadeira no Napoli. O jogador contou que treinou após incentivo de Pepe Reina, relembrou uma defesa de Sommer contra a Itália e demonstrou a técnica para Confuso Sobrinho em atividade com a bola no estúdio.
Jorginho contou no The Noite que sua cobrança de pênalti com pulinho surgiu sem planejamento, em uma brincadeira depois do treino no Napoli. Ao explicar como espera o movimento do goleiro antes de escolher o canto, o jogador também lembrou uma defesa que expôs o risco da estratégia em uma cobrança pela seleção italiana.
O relato aparece em vídeo publicado pelo canal SBT em 9 de outubro de 2026, identificado no título como trecho do programa de 5 de outubro. Na conversa com Danilo Gentili, Jorginho falou da reação dos colegas aos primeiros testes, do treino necessário para usar o recurso e de como Sommer conseguiu surpreendê-lo.
Reprodução/YouTube/SBT
Brincadeira depois do treino dá origem ao pulinho
Danilo pergunta se a maneira peculiar de cobrar pênaltis foi pensada com antecedência ou apareceu por acaso. Jorginho responde que tudo começou depois de um treino, quando alguns jogadores continuavam no campo batendo bola. Naquele dia, a atividade escolhida para a brincadeira foi uma disputa de cobranças da marca do pênalti.
O parceiro era Henrique, zagueiro com quem jogava no Napoli. Os dois alternavam os papéis de cobrador e goleiro, sem que um especialista da posição precisasse participar. Cada jogador batia três pênaltis e depois ia para o gol, em uma competição informal que podia valer um jantar ou alguma outra aposta entre colegas.
Tentativa de ganhar tempo termina com um salto
Jorginho explica que queria fazer uma paradinha semelhante à que se usava anteriormente. Ao contar a história, ressalta que aquela forma de parar já não era permitida. Na corrida em direção à bola, procurou uma maneira de ganhar tempo e acabou saltando antes de concluir a cobrança.
O chute entrou, mas Henrique protestou e disse que a tentativa não valia. A reação não encerrou a brincadeira: o colega pediu outra cobrança, e Jorginho voltou a marcar. O jogador conta que repetiu a ação mais uma vez e conseguiu o gol novamente, ampliando a disputa que começara sem uma técnica previamente definida.
Henrique pede que o teste seja repetido contra goleiros
Depois de sofrer os gols na brincadeira, Henrique desafia Jorginho a repetir o recurso contra os goleiros no dia seguinte. A cobrança feita diante de um jogador de linha passaria, então, por um teste diferente. O adversário escolhido nessa nova etapa foi Pepe Reina, lembrado pelo convidado também por sua passagem pelo Liverpool.
Jorginho relata que saltou e marcou contra Reina, provocando nova reação de inconformismo. O teste deixa de envolver apenas o colega improvisado no gol e passa a colocar o pulinho diante de um profissional da posição. O jogador conta que o goleiro pediu novas tentativas, tentando entender o que acontecia na aproximação da bola.
Pepe Reina reage aos gols e recomenda treinamento
Jorginho descreve as primeiras cobranças contra Reina como situações em que o goleiro ia para um lado e a bola seguia para o outro. Segundo seu relato, a sequência provocou irritação e pedidos de repetição. Na conversa, ele comenta que goleiros não costumam gostar de brincadeiras como cavadinhas durante os treinos.
Reina, porém, também fez uma avaliação que incentivou o desenvolvimento da cobrança. O goleiro disse que o recurso era difícil de enfrentar e recomendou que o colega treinasse. A orientação fez parte da passagem entre a descoberta casual, no desafio com Henrique, e a preparação para usar o movimento em uma situação de jogo.
Reprodução/YouTube/SBT
Jorginho treina até se sentir à vontade para cobrar
Jorginho afirma que treinou bastante antes de levar o pulinho a uma partida. O jogador não apresenta uma quantidade de repetições ou uma data para esse processo, mas destaca que esperou se sentir confortável. Quando surgiu a oportunidade de bater um pênalti, usou a movimentação e conseguiu marcar.
A primeira cobrança com o recurso em jogo foi descrita por ele como muito fácil. O relato não identifica o adversário ou a competição daquela estreia. Jorginho segue a explicação destacando que, depois das primeiras tentativas, os goleiros começaram a estudar seu comportamento e a buscar respostas para a maneira de bater.
Olhar para o goleiro faz parte da decisão do chute
Na demonstração feita no estúdio, Jorginho divide o movimento em ações simples. O cobrador corre, salta no último passo, observa o goleiro e finaliza. A escolha do lado depende do que ele identifica na reação de quem está no gol, e não apenas de um canto decidido antes da aproximação.
A explicação associa o pulinho ao tempo usado para observar o adversário. Quando o goleiro escolhe um lado, o cobrador tenta mandar a bola para o outro. O gesto que chama a atenção do público, portanto, aparece ligado a uma leitura feita perto da finalização, com a bola ainda esperando o contato do jogador.
Pergunta de Danilo leva ao pênalti defendido pela Suíça
Danilo pergunta se alguém já conseguiu defender uma cobrança feita daquela maneira. Jorginho confirma e menciona um pênalti importante pela seleção da Itália. O jogador conta que o goleiro executou um movimento capaz de pegá-lo desprevenido, frustrando a leitura que tentava fazer antes de bater.
Durante a conversa, o adversário é identificado como Sommer, da Suíça. Jorginho atribui a defesa ao estudo feito pelo goleiro, e não a um simples acaso. Segundo o jogador, Sommer havia analisado a cobrança e repetido muitas vezes a movimentação usada para enfrentá-la, preparando uma resposta para o instante em que o cobrador tomasse sua decisão.
Sommer indica um lado, retorna e segura a bola
Jorginho explica que Sommer se moveu para um lado e depois voltou. Ao perceber o primeiro deslocamento, o cobrador entendeu que o goleiro já havia escolhido o canto. Por isso, bateu fraco na direção contrária, esperando encontrar o espaço deixado pela movimentação inicial.
Sommer conseguiu retornar e segurar a bola. O episódio mostra, dentro do relato de Jorginho, como o goleiro também pode influenciar a decisão do atacante. O movimento inicial deu ao cobrador uma informação que não se confirmou até o fim da jogada, permitindo a defesa de uma bola chutada sem muita força.
Reprodução/YouTube/SBT
Danilo convida Confuso Sobrinho para aprender no estúdio
Danilo leva a conversa para uma atividade com bola e pergunta se Jorginho pode ensinar Confuso Sobrinho a cobrar pênaltis. O convidado aceita. Confuso comenta que jogava futebol no período da escola e conta que costumava atuar no gol, antes de se preparar para experimentar a finalização.
A proposta provoca interrupções e piadas entre os participantes. Antes de receber a orientação completa, Confuso pede para mostrar sua própria maneira de bater. A tentativa vira parte da brincadeira e abre espaço para a explicação prática de Jorginho, com Danilo insistindo para que o aluno ouça a técnica apresentada pelo jogador.
Explicação do aluno vira motivo de brincadeira
Depois de ouvir que precisa correr, pular, olhar para o goleiro e bater, Confuso é chamado a explicar o que entendeu. Ele tenta resumir a escolha do canto, falando em chutar para o outro lado de acordo com a posição do adversário. A resposta rende risadas e comentários no estúdio.
Jorginho acompanha a interpretação sem transformar a demonstração em uma cobrança formal de treinamento. Danilo organiza as participações e pede que o jogador mostre primeiro o movimento. A conversa alterna, assim, a explicação dos passos com as reações de quem está tentando reproduzir a cobrança pela primeira vez naquele ambiente.
Demonstração destaca a dificuldade de acompanhar o movimento
Jorginho participa das cobranças no estúdio enquanto os demais tentam acompanhar sua movimentação. As reações destacam o efeito do gesto sobre quem está diante da bola. Confuso também entra na atividade, com comentários e novas tentativas em meio à troca de posições entre os participantes.
Danilo volta a pedir que a técnica seja aplicada, mantendo a atenção no que havia sido ensinado. O exercício não apresenta uma contagem organizada de acertos e erros. A sequência mostra os participantes experimentando o movimento, reagindo às cobranças e tentando combinar a aproximação da bola com a observação de quem está no gol.
Pedido pelo pulinho encerra a atividade com a bola
Tom também é chamado para participar da brincadeira, enquanto Danilo pede que Confuso explique novamente o que compreendeu. O integrante descreve a distância e a aproximação, mas os comentários apontam que ainda falta justamente o salto. O pulinho passa a ser cobrado em voz alta pelos participantes.
A atividade termina com uma nova tentativa de reproduzir o movimento de Jorginho, seguida de aplausos e do pedido para todos voltarem aos seus lugares. O trecho encerra a demonstração depois de reunir a história da descoberta no Napoli, a explicação da leitura do goleiro e a lembrança da resposta preparada por Sommer.
Assista ao vídeo
Assista à explicação de Jorginho no The Noite, no canal SBT.
Na sua opinião, o mais difícil nessa cobrança é executar o pulinho ou esperar o movimento do goleiro antes de escolher o canto? Deixe sua opinião nos comentários.
Fontes
- youtube.com: vídeo do canal SBT (conferido em 15 de outubro de 2026)